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Um susto, a mãe caiu, galo, hemorragia na nuca, agora está bem,

A mãe estava com um bade e caiu para trás e ficou sem saber quem éramos ou o que fez por umas duas horas, neste meio tempo foi levada ao hospital e atendida. Realizou tomografia computadorizada e ficou hospitalizada por três dias, sua melhora era visível, o coagulo ia diminuino e voltamos para casa.  No início ela ainda precisava de ajuda para se trocar , levantar, tomar banho, ir ao banheiro, mas, dentro de quinze dias tudo podia fazer sozinha, até escovar o cabelo. Foi recomendado que ela sempre tivesse alguém junto, principalmente nos deslocamento. O desequilíbrio podia fazer ela cair. Chic agora ela tem uma cuidadora, mas está bem, já pode ir dormir, passar um dia ou dois na casa do marido, onde faz a comidinha, vive bem. perigo:   cair Cuidados: mais fisioterapia, caminhada, pintura que melhorou, e percepção de si. Porque ela ainda cai . Às vezes porque ainda está tonta ( chamamos o desequilíberio assim, porque ela percebe pelo que sente ao mecher a cabeça...

Um problema

A mãe ainda tem um problema... ela não tem mais: não tem mais as pernas inquietas, nem de dia nem à noite; não tem mais problema com a falta de expressão facial; não tem mais vontade de só ficar sozinha; mas... Ela tem tontura, uma vez por semana, cai no quintal, e às vezes, raramente, cai na caminhada; Às vezes quando está ansiosa volta a tremer; não chora, chorou uma vez com a minha sobrinha que estava aos prantos. Perguntada o que prefere, se cair ou tremer, ela responde que prefere a tontura, porque se sente mal com os olhares que as outras pessoas fazem quando está tremendo. Por isso, até parou de levar hóstia para os enfermos no hospital. A gente já pediu, e ela foi em dois psicólogos para ver se um tratamento terapeutico colaboraria com a tontura, mas em cada, foi duas sessões e interrompeu os tratamentos, não tem quem convença a continuar indo. minha mãe tem parkison bom, acontece... Que fuça aqui, fuça ali... vou mandando ver na mudança de alimentação e há...

Bom, acontece...

Não me perguntem de onde tirei a ideia do óleo de uva e das amêndoas porque foi tão logo veio o diagnóstico de parkison. No começo acho que de 2012, li alguma coisa que café fazia mal para o paciente com parkison e falei para a minha mãe parar de tomar café. Como o intervalo entre uma consulta e outra são meses... não esperei para conversar com a médica e a mãe parou de tomar café. Pior, somos uma família com hábito cafezeiro... foi triste, até eu e minha irmã reduzimos drasticamente o consumo, vai que... Noutra garimpada de informação, veio um alívio, quando falava da influência do café no parkison, tirando ele da berlinda. Voltamos a tomar café, mas agora, um pouco de controle, quem conseguiu, fechou o limite em três xícaras por dia, festa. Conversando, descobri que um pesquisador no Brasil estuda o oleo de coco em pacientes com Alzheimer e conseguiu melhoras de quadros. Pesquisando, óleo de coco tem um limite máximo de consumo de quatro colheres por dia. Bom, como eu nã...

Mudando hábitos...

Que fuça aqui, fuça ali... vou mandando ver na mudança de alimentação e hábitos. Por conta disso minha mãe tem que: tá eu sei que ninguém tem que, mas... minha mãe come três castanhas do pará pela manhã toma uma colher de óleo de uva frita com óleo de coco, eu queria que ela comesse, está bem difícil introduzir, mas o que conseguimos, foi que fritasse nele, o palmacea é mais barato, estamos experimentando desde meados de 2017. caminha cerca de 2km pela manhã bem cedo e 2km à tardezinha duas vezes por semana faz fisioterapia que gosta de chamar de pilates tem um diário para trabalhar a escrita, mas... não é todo dia faz palavras cruzadas, tem que insistir mas faz, fazia mais antes, agora mudou de casa e está empolgada plantando o novo jardim ela quem cuida da casa, da comida e do jardim antes de 2010 pintava, com o tempo foi parando e com o tratamento voltou a pintar, e depois de um tempo quase com a mesma qualidade que antes. As vezes até melhor. Pinta qualquer h...

Minha mãe tem Parkison

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Meu tio morreu final 2010 e um tempo depois a mãe ainda andava muito amuadinha. Minha mãe vinha a algum tempo tomando antidepressivos e remédios para labirintite, depois de ir com sua irmã em algumas consultas em médicos de especialidades diferentes, nada de Parkison... Não foi bem assim... porque depois percebemos, numa limpeza de gaveta, que uma das receitas antigas prescrevia prolopa, que é um remédio do tratamento do Parkison. Pensando... o que pode ter acontecido para ter o diagnóstico se tornado invisível? Resposta provável: a dor do conhecimento sobre esta doença tida como assustadora. Mas, por causa do destino, minha irmã separou e veio morar com mãe em 2012, uma geriatra diagnosticou o Parkison. Em 2013,  eu levava a minha mãe em Curitiba, médica talentosa indicada por amigos do namorado da minha mãe, problema: quatrocentos quilômetros. Em 2014, indicaram o atual médico, na cidade vizinha, Tubarão, dez minutos. Poço de talento, dedicação e paciência. Nos receb...