Minha mãe tem Parkison
Meu tio morreu final 2010 e um tempo depois a mãe ainda andava muito amuadinha.
Minha mãe vinha a algum tempo tomando antidepressivos e remédios para labirintite, depois de ir com sua irmã em algumas consultas em médicos de especialidades diferentes, nada de Parkison...
Não foi bem assim... porque depois percebemos, numa limpeza de gaveta, que uma das receitas antigas prescrevia prolopa, que é um remédio do tratamento do Parkison.
Pensando... o que pode ter acontecido para ter o diagnóstico se tornado invisível?
Resposta provável: a dor do conhecimento sobre esta doença tida como assustadora.
Mas, por causa do destino, minha irmã separou e veio morar com mãe em 2012, uma geriatra diagnosticou o Parkison.
Em 2013, eu levava a minha mãe em Curitiba, médica talentosa indicada por amigos do namorado da minha mãe, problema: quatrocentos quilômetros.
Em 2014, indicaram o atual médico, na cidade vizinha, Tubarão, dez minutos. Poço de talento, dedicação e paciência. Nos recebe as três em suas consultas, mãe e duas filhas.
Sem querer ou para facilitar ficamos com tarefas distintas em seu tratamento, minha irmã cuida dos horários do remédio, dos horários da fisioterapia, tudo sobre controle nos dias que moravam junto, um problema, os dias em que não estavam juntas. Depois de um tempo, a mãe pegou a responsabilidade p si dos remédios e de fazer fisioterapia duas vezes por semana, onde quer que estivesse. Minha irmã faz toda a papelada para exames, as coletas de remédios gratuitos no posto da prefeitura e com descontos nas farmácia.
No médico, seguimos todas as recomendações, exceto às vezes quando pensamos em reduzir ou aumentar alguma dose de remédio, nós mudamos devagar. Mas tanto se dá certo ou errado comunicamos a modificação ao médico, que brinca que queremos tirar o lugar dele.
Mas, como estamos no contato diário, percebemos no cotidiano, às vezes pode ser que a mãe se encontra por um tempo longo tão bem, que percebemos, que de repente, podemos mudar devagarinho, em um dos horários reduzir meio comprimido de prolopa, e prestar atenção em todas as reaçõe possíveis, e se por uns dias nada de ruim acontecer... fica a mudança, o mesmo se por um tempo ela está mal, que meia dose a mais... pode resolver... tentamos.
Já passamos por algumas medicações, tudo no intuito de melhorar a qualidade de vida, diminuir ou eliminar o prolopa. O médico tem tudo registrado no computador e a minha irmã na cabeça hehe e eu... bom tirando o prolopa e o akineton que uma vez usou... pah sei nada. Nem parece que sou eu a responsável por estudar um pouco a doença...
Que fuça aqui, fuça ali... vou mandando ver na mudança de alimentação e hábitos.
Bom, acontece...
um problema
Minha mãe vinha a algum tempo tomando antidepressivos e remédios para labirintite, depois de ir com sua irmã em algumas consultas em médicos de especialidades diferentes, nada de Parkison...
Não foi bem assim... porque depois percebemos, numa limpeza de gaveta, que uma das receitas antigas prescrevia prolopa, que é um remédio do tratamento do Parkison.
Pensando... o que pode ter acontecido para ter o diagnóstico se tornado invisível?
Resposta provável: a dor do conhecimento sobre esta doença tida como assustadora.
Mas, por causa do destino, minha irmã separou e veio morar com mãe em 2012, uma geriatra diagnosticou o Parkison.
Em 2013, eu levava a minha mãe em Curitiba, médica talentosa indicada por amigos do namorado da minha mãe, problema: quatrocentos quilômetros.Em 2014, indicaram o atual médico, na cidade vizinha, Tubarão, dez minutos. Poço de talento, dedicação e paciência. Nos recebe as três em suas consultas, mãe e duas filhas.
Sem querer ou para facilitar ficamos com tarefas distintas em seu tratamento, minha irmã cuida dos horários do remédio, dos horários da fisioterapia, tudo sobre controle nos dias que moravam junto, um problema, os dias em que não estavam juntas. Depois de um tempo, a mãe pegou a responsabilidade p si dos remédios e de fazer fisioterapia duas vezes por semana, onde quer que estivesse. Minha irmã faz toda a papelada para exames, as coletas de remédios gratuitos no posto da prefeitura e com descontos nas farmácia.
No médico, seguimos todas as recomendações, exceto às vezes quando pensamos em reduzir ou aumentar alguma dose de remédio, nós mudamos devagar. Mas tanto se dá certo ou errado comunicamos a modificação ao médico, que brinca que queremos tirar o lugar dele.
Mas, como estamos no contato diário, percebemos no cotidiano, às vezes pode ser que a mãe se encontra por um tempo longo tão bem, que percebemos, que de repente, podemos mudar devagarinho, em um dos horários reduzir meio comprimido de prolopa, e prestar atenção em todas as reaçõe possíveis, e se por uns dias nada de ruim acontecer... fica a mudança, o mesmo se por um tempo ela está mal, que meia dose a mais... pode resolver... tentamos.
Já passamos por algumas medicações, tudo no intuito de melhorar a qualidade de vida, diminuir ou eliminar o prolopa. O médico tem tudo registrado no computador e a minha irmã na cabeça hehe e eu... bom tirando o prolopa e o akineton que uma vez usou... pah sei nada. Nem parece que sou eu a responsável por estudar um pouco a doença...
Que fuça aqui, fuça ali... vou mandando ver na mudança de alimentação e hábitos.
Bom, acontece...
um problema
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