Mudando hábitos...

Que fuça aqui, fuça ali...
vou mandando ver na mudança de alimentação e hábitos.

Por conta disso minha mãe tem que:
tá eu sei que ninguém tem que, mas...

minha mãe
come três castanhas do pará pela manhã
toma uma colher de óleo de uva

frita com óleo de coco, eu queria que ela comesse, está bem difícil introduzir, mas o que conseguimos, foi que fritasse nele, o palmacea é mais barato, estamos experimentando desde meados de 2017.

caminha cerca de 2km pela manhã bem cedo e 2km à tardezinha

duas vezes por semana faz fisioterapia que gosta de chamar de pilates

tem um diário para trabalhar a escrita, mas... não é todo dia

faz palavras cruzadas, tem que insistir mas faz, fazia mais antes, agora mudou de casa e está empolgada plantando o novo jardim

ela quem cuida da casa, da comida e do jardim

antes de 2010 pintava, com o tempo foi parando e com o tratamento voltou a pintar, e depois de um tempo quase com a mesma qualidade que antes. As vezes até melhor. Pinta qualquer hora, ou toda hora, dependendo da motivação da fase em que está.

sobre estas coisas que vamos lendo, sabendo e minha mãe vai introduzindo nos hábitos, tudo passa pelo médico, e dependendo do que é ele veta, ou pede para esperarmos uma associação brasileira de medicina, não me pergunta qual e'...

o que conversamos e se tá tudo bem para ele se:
               o que aparentemente não vai fazer mal,
                         como a mudança de um hábito,
                         o que pode ser encarado como alimento
                         mas, quando é alguma coisa, mesmo que erva, mas com princípio comprovadamente                            ativo... aí ficamos no impasse, do que se encontra escrito para leigo ver e o que esta                              associação diz, mas tem certas ervas que concordo com a negativa de uso em genero                            número e grau.

o que acho fabuloso no médico, eu recebo uma news letter por e-mail, e quando vou conversar da novidade ele já sabe, e já tem consigo o que a associação de médicos do Brasil diz, e às vezes o que pede é cautela, vamos esperar o que se diz.

Sempre que aparece algo novo, um tratamento que parece que vai ser melhor, conversa conosco para ver se podemos ir mudando, mas não faz de pronto, em todos os pacientes, vai introduzindo a ideia da nova medicação, depois de um tempo, introduz aos poucos a nova medicação e percebendo as reações da mãe, continua por mais tempo, interrompe se for o caso, novamente de forma lenta.

são conjunto de medidas que me passam muita confiança e ao final da consulta só poderia desejar tudo de bom e saúde, para ele também, hehe

A mãe casou em 2016 com o namorado de dez anos e ficou noiva entre a páscoa e corpus cristi.
o namorado, agora marido não vai muito com a lata do doutor, não conhece pessoalmente, temos certeza que é ciúmes hehe


minha mãe tem parkison

bom, acontece...

um problema







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